segunda-feira, dezembro 31, 2007

Feriados e pontes

Sabe quantos feriados e pontes haverá em 2008?

144! Por extenso, cento e quarenta e quatro!|

Como diria o outro, "acho que o país está doido..."

Ano Novo...

E com 2007 a chegar ao fim, muitos são os momentos que temos para recordar... Foi sem dúvida um ano carregado de emoções, separações e reencontros, lágrimas e sorrisos, presença e saudade, mas acima de tudo a AMIZADE que sempre permaneceu e que fez com mais uma vez tudo valesse a pena!!!
Assim quero desejar a todos e com especial carinho aos meus verdadeiros amigos, com quem sei que apesar de longe poderei SEMPRE contar, um Ano Novo repleto de magia, felicidade, e festa...muita festa!!! :)

Aqui deixo a minha foto preferida de 2007:




Que 2008 vos traga tudo o que 2007 não pode trazer!!!

Um grande beijo e até logo! :)

PS, S.A

Para quem quiser acabar bem o ano, e estar mais esclarecido sobre as movimentações do Governo nos negócios do alto sistema bancário português, recomendo o artigo do sociólogo António Barreto, do qual extraio um parágrafo particularmente interessante.

"O PS mantém-se uma associação, mas parece estar a desenvolver-se como uma sociedade anónima de capitais públicos e interesse privado. O PS procura transformar-se num grupo económico com poder efectivo. Através da presença do governo em sectores estratégicos, este partido adquire um papel de peso na economia. Até há pouco tempo, essa posição era essencialmente a do PSD. Mas o equilíbrio alterou-se. Ainda se mantêm zonas de partilha entre os dois, mas a maioria absoluta de Sócrates foi um instrumento decisivo para a irresistível ascensão financeira do PS. Os três maiores bancos portugueses têm, a partir de agora, relações especiais com o governo e os socialistas. Temos banqueiros no governo e socialistas na banca."

(para ler o artigo completo, clique aqui)

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Feliz Natal

Bom Natal a todos :)
Beba com moderação :P

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Subsidiozinho

As listas de apoio aos candidatos favoritos são patéticas. Primeiro, porque o apoio a um candidato favorito reflecte um interesse particular na eleição para um cargo público. Segundo, porque muitas das pessoas que agora apoiam a eleição de Carlos César já manifestaram em tempos apoio à eleição de Mota Amaral. Terceiro porque os apoios recolhidos são normalmente de pessoas do sector empresarial o que indicia uma perigosa confusão entre interesses públicos e empresariais. Também, porque a existência deste tipo de listas acaba por degradar a nobreza das verdadeiras listas, daquelas que envolvem sacrifício e entrega. Finalmente porque as pessoas que assinam as ditas listas acabam por se arrepender de o fazer, quer pela vergonha subsequente ao anúncio, quer pela constatação de que a pequena vantagem que poderão ganhar é tão efémera quanto enganosa.

Lembro-me de outras listas de apoio que foram surgindo por aqui. Em 1988 fiquei triste quando alguns tecnocratas meus amigos assinaram uma lista de apoio à candidatura de Mota Amaral. Até poderia ser genuíno mas as razões porque o fizeram não eram muito diferentes das que eram subjacentes às listas de apoio que terão surgido na Alemanha Nazi, na União Soviética ou na chamada “longa noite fascista”. Aposto que Vladimir Putin terá tido o mesmo tipo de apoios nas eleições recentes na Rússia e o mesmo terá acontecido nas listas de apoio a Saddam Hussein quando aquele governante ainda mandava no Iraque. Estou a ver os comissários do partido do poder a pedirem uma audiência ao Senhor Director ou ao Senhor Administrador. Estou a imaginar a reflexão dos prós e dos contras por parte dos inquiridos. É que a mente humana é sempre profícua em arranjar argumentos. “Afinal de contas não há alternativa!”, mas isso é exactamente o que diriam no tempo de Mota Amaral. “Ao fim e ao cabo sempre fui pela social-democracia e o PS faz uma política social-democrata”, e lá está de novo mesmo argumento que se aplicaria à outra situação. “Tenho que considerar os interesses da minha empresa e da minha instituição” e lá se repete o mesmo pendor de coluna que molesta a consciência. “Qual é o mal? a verdade é que dou a cara o que alguns outros não têm sequer coragem de fazer!”, dirão finalmente quando se confrontarem com artigos deste tipo.

Lá isso é verdade. Dão a cara e, só por isso mereceriam um aplauso. Pelo menos face à restante fofoca que não se assume nem por um lado nem por outro, antes pelo contrário. O problema é que, normalmente, nada fazem para além da assinatura. Bom seria que, em vez de ficarem comprometidos com César, fosse César a ficar comprometido com o que viessem a defender com frontalidade. Estou a pensar num artigo do Senhor Administrador a defender a liberalização dos transportes aéreos e marítimos para que as empresas dos Açores ganhem nova competitividade. Estou a imaginar, numa entrevista para um canal de televisão do país, um qualquer Director apoiante a argumentar a necessidade de se regular a liberalização da produção de energia para que a competição entre fornecedores estimule a inovação e o abaixamento dos preços. Estou a sonhar com uma situação em que um deles vem propor regras mais transparentes na concessão de subsídios e de concursos porque se sente envergonhado dos pequenos cambalachos que rondam o poder. Estou a exigir que aqueles que têm interesses nos recursos marítimos denunciem a venda do mar dos Açores encapotada no propositadamente complexo Tratado de Lisboa.

E é assim que vos posso dizer que não apoio César. Porque é cúmplice na cedência do mar dos Açores, porque é responsável pela desastrosa política de transportes aéreos e marítimos, porque tem uma política agrícola incoerente, porque tem uma política ambiental de papel, porque é incapaz de lançar os Açores num processo sustentável de desenvolvimento que promova as pessoas e os sítios de todas as ilhas.

Prof. Tomaz DentinhoAçoriano Oriental, 20 de Dezembro 2007

É bom que se diga. O apoio a uma candidatura é algo normal. Evidente, sem grande discussão. Mas neste caso não é indiferente. Por várias razões. Uma, muitos, que têm sido divulgados pela Comunicação Social, são ex-apoiantes e militantes do PSD. E que tiveram um grande peso na máquina do PSD no tempo de Mota Amaral. Eram eles que serviram os Açores, e serviram o PSD. E serviram-se do PSD e dos Açores também. É flagrante. Agora, aqueles que dependem e muito do tal subsidiozinho do governo, vêm apoiar Carlos César para continuarem a receber o tal dinheirinho que bem precisam para encobrir a desastrosa gestão que têm nas suas empresas. Vem continuar a sugar da Região, o que podem, são os subsidiodependentes, e não querem alternância do poder, para assim se manterem. Não querem mudar, mesmo para o Partido no qual toda a vida militaram. Aceito que qualquer um possa mudar de Partido. Não totalmente, mas aceito, se isso acontecer devido ao facto de não se identificarem com o Partido, com a ideologia ou com as suas políticas. Agora não aceito e repudio por completo, aqueles que se serviram do Partido para chegarem a algum lugar, mais longe, porque de facto o poder é tentador.
Tenho é pena dos trabalhadores que, muitas vezes, recebem os justos salários, atrasadamente, enquanto se esbanja dinheiro em coisas que nem ao diabo lembra! Estes, sim, são reféns da incompetência de alguns.
Seria um tema para muitas horas, e em São Jorge, certamente que irá desencadear muita conversa, e espero muitos protestos. Além de esperar que o tema seja discutido internamente, a nível de ilha e a nível regional. Sem pudores nem falsas verdades!

sexta-feira, novembro 23, 2007

Recortes da imprensa

Clube Náutico da Calheta reclamará “abrigo” para barcos
“Um dos nossos objectivos, para que possamos desenvolver as nossas actividades, é exigir um pontão onde se possam manter os barcos”, diz.
Outro dos projectos da lista, que deverá ir a eleições até à primeira semana de Dezembro, é reactivar a escola de navegação. “O Clube Náutico da Calheta já teve monitores e prática de instrução, já passou caras de navegador... O objectivo é voltar activar essa escola. Estamos apenas à espera da aprovação do Instituto de Navegação, porque já temos monitores”, revela.
Jorge Noronha sublinha a importância de dar “novo fôlego” ao Clube Náutico da Calheta, que permaneceu com poucas actividades durante aproximadamente um ano. “Realizavam-se algumas provas de pesca, distribuíam-se umas medalhas, mas eram coisas isoladas e com pouca dimensão. Pretendemos reactivar o Clube nesse sentido, de lhe dar actividades.
“Esta é uma instituição importante, que se dedica ao recreio e à cultura e que deve, sempre, ser vista nessas duas vertentes. Pretendemos reactivar a prática de vela, especialmente nos escalões de iniciados, até para estimular essa rapaziada nova, distrai-los e afastá-los de coisas menos boas”, conclui o candidato à presidência da direcção.

Calheta preocupada com fajãs
O presidente da Câmara da Calheta de São Jorge deu ontem conta, por escrito, das suas preocupações relativamente ao estado de conservação das fajãs do concelho à vice-presidência do Governo Regional, às secretarias regionais da Habitação e Equipamentos e do Ambiente e do Mar e ao Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores.
Num ofício com carácter de urgência, Duarte Silveira refere, “com pormenor, o tipo de problemas que preocupa a autarquia”, solicitando mesmo a “colaboração do Laboratório Regional de Engenharia Civil, no sentido de avaliar a situação de uma forma mais rigorosa”.
Duarte Silveira garante que a autarquia aguarda “a todo o momento uma resposta” das entidades competentes, adiantando que propôs mesmo “a realização, o mais brevemente possível, de intervenções imediatas” para evitar eventuais derrocadas nas fajãs, para além de “uma grande intervenção de fundo”.
O autarca assume ainda que a Câmara da Calheta está disposta a “abdicar de fundos comunitários que tem ao seu dispor para outras obras”, encaminhando-os para a consolidação das fajãs.
Duarte Silveira afirma compreender a preocupação das populações, sobretudo da Fajã de São João, que tem “uma pesada história de derrocadas”.
Segundo o presidente da edilidade, “todo o acesso à Fajã de São João, que apresenta graves sinais de degradação, está sobre as casas da fajã, o que torna tudo mais perigoso”.
Acresce a isso a constante passagem de veículos pesados com carga destinada às obras de consolidação da orla marítima em curso, situação para a qual “o caminho pode não estar preparado”, referiu.
Sublinhando que “é melhor acautelar do que remediar”, Duarte Silveira considera, no entanto, que “criar um alarme muito grande em torno desta situação poderá ser contraproducente para a própria segurança das populações”.
Aida Vieira, autora de uma tese de mestrado sobre o estado de conservação das fajãs de São Jorge, defende a necessidade urgente de “um estudo profundo sobre os riscos naturais a que as fajãs se encontram expostas, contribuindo para a definição rigorosa e implementação de medidas mitigadoras adequadas.”
No seu entender, as medidas de revitalização das fajãs em termos práticos de pouco servirão se se continuar a relegar para segundo plano” essa necessidade.

Fonte: Diário Insular


quinta-feira, novembro 15, 2007

Aterrar em São Jorge

Aterrar em São Jorge...

Nostalgia II



Rever São Jorge ao som dos Tributo..bem, que saudades...

segunda-feira, novembro 12, 2007

Depois de uma looga ausência.

Depois de algum tempo sem escrever, regressei, ainda que timidamente ao Blog.

Desde a última vez que escrevi (meados de Outubro muito se passou).

1º Tenho-me estado a integrar na Faculdade (e posso dizer que bem, estou a gostar, o curso é interessante apesar de exigir MUITO trabalho!)

2º Sobre o PSD (tema inevitável). As eleições directas determinaram Luís Filipe Menezes como novo líder. Estive um pouco indeciso nestas eleições. Por um lado, Mendes era o símbolo da credibilidade, da honestidade, da seriedade. Tinha com ele, os barões silenciosos, que embora não apreciassem a sua liderança, consideravam um assalto ao poder se Menezes fosse eleito. Por outro lado, Menezes apresentava-se mais dinâmico, mais preparado que há 2 anos (se bem me recordo), estava com pujância e apresentava um discurso não tanto agressivo, mas mais emotivo e cativante.
Optei por Luís Filipe Menezes. Um PSD não pode viver de símbolos nem de líderes a prazo. O PSD precisava de voltar a trazer ânimo às bases, mesmo que isso significasse contrariar os barões. E a História do PSD traz-nos boas recordações quando as bases se voltaram contra os notáveis. Recorde-se o combate entre Cavaco Silva vs Fernando Nogueira.
Era uma decisão que a mim me preocupava. Marques Mendes era um candidato amorfo, que mostrara nestes últimos dois anos, pouco carisma e pouca estratégia. A exemplo disso, veja-se a forma como o PSD entregou de mão beijada a maior Câmara do País, a Câmara da Capital a António Costa.
Julgo que as bases decidiram bem.
O Congresso, esse não foi ganho por Menezes. Não teve a maioria nas listas para o Conselho Nacional, mas não penso que isso coloque em causa a sua legitimidade, democraticamente comprovada pelos militantes.
O regresso de Santana é uma situação relevante. Um regresso de um ex-primeiro ministro é um sinal de humildade, e um sinal de coragem, para quem saíu do Governo tão debilitado, por sua própria culpa, mas por culpa de outros também! Veremos como se compora a líder parlamentar. Tenho algumas expectativas em relação ao seu regresso. Não tenho dúvidas que é um bom activo do Partido que poderá com Menezes desgastar a máquina socialista que começa a fraquejar.

Sobre outros assuntos voltarei a falar posteriormente.
Este post, trata-se essencialmente de retomar alguns assuntos da actualidade importantes que não foram tratados.

.... O que dizer....

Recebido por e-mail:

Processado por computador

- Pai, vou-te processar!
- O quê?
- Descobri na net que praticamente tudo pode ser alvo de um processo.
- E?
- E eu não gosto do meu nome...
- Desculpa?
- Nunca gostei... É nome de perdedora, de empregada domestica...
- Não digas disparates Marlene...
- Estou a falar a sério. De quem é que foi a ideia? Tua ou da mãe?
- Da tua mãe...
- Ok, podes provar? A mãe disse que foste tu que sugeriste...
- Eu? Olha a mentirosa, eu nem gosto do nome...
- Está a ver? Também não gostas...
- Não foi isso que eu disse...
- Claro, claro, mas olha, ela disse que pode provar e tem testemunhas?
- Ah, ah, ah! Deixa-me rir...
- A avó também disse que a ideia foi tua...
- Olha a ordinária!!!!
- Pai, cuidado com a língua...
- Eu sabia que não devia deixar-te passar tanto tempo na net...
- E então assumes?
- O quê?
- Que foste tu que escolheste o meu nome?
- Pronto, está bem, fui eu que escolhi... E daí?
- Vou processar-te por danos morais. O meu crescimento foi afectado pelo fardo de me
chamar Marlene. Vou exigir uma indemnização
- O quê? Mas tu estás louca?
- Cuidado pai, ofensas verbais podem agravar a pena...
- Não me irrites se não eu ponho-te na rua e vais morar para debaixo da ponte...
- Além da indemnização vou exigir também a casa. Se te comportares deixo-te continuar a
viver cá...
- Vai já para o teu quarto...
- Nada disso. Vou deixar-te aqui mail do meu advogado brasileiro. A partir de agora falas
só com ele. Mas se quiseres ir acompanhando o teu processo mais detalhadamente podes
consultá-lo na net. Ah, e só mais uma coisa. A partir de agora trata-me por Matilde.

segunda-feira, outubro 15, 2007

LOL



Matérias em falta neste blog até à data:
Viagem a Bruxelas (fotos)
Vitória de Luís Filipe Menezes para Pres. do PSD e XXX Congresso.
...

sexta-feira, setembro 28, 2007

Fora de horas

quinta-feira, setembro 27, 2007

domingo, setembro 16, 2007

Vida nova..






Agora todos seguimos uma nova vida, as lembranças, essas, tenho a certeza que durarão para sempre, assim como o carinho que temos uns pelos outros!
Boa sorte para todos e até breve...

"Amigo é para sempre mesmo que o sempre não exista!"

sexta-feira, setembro 14, 2007

Nostalgia..

Nostalgia do bem (quase) perdido... ou então, "saudades de quem ainda não partiu"

Hoje estou assim..

LOL

quinta-feira, setembro 13, 2007

Pensamento do dia/semana


"Mais vale uma lágrima por ter perdido, do que uma vergonha por não ter tentado..."

Profundo não é? :)

quarta-feira, setembro 12, 2007

Relâmpagos e trovões

A madrugada de Terça para Quarta- Feira, trouxe o som dos trovões e o flash dos relâmpagos. Confesso que gostei. Já tava com saudades de um "cheirinho" a Inverno...

domingo, setembro 09, 2007

Bom Domingo...

A minha contribuição para um melhor final de fim-de-semana:

sexta-feira, setembro 07, 2007

E fechou-se um cliclo...

Carta de Despedida enviada aos militantes da JSD/São Jorge

Passados um ano e quatro meses, sensivelmente, apresento a minha demissão da Presidência da Comissão Política de Ilha da JSD São Jorge. Faço-o por imperativos de ordem pessoal. Sigo o percurso de muitos estudantes que, após a conclusão do Ensino Secundário, prosseguem os estudos na Universidade.

Entendo que apesar de não existir qualquer norma estatutária que exija a demissão nestes casos, não desejo nem considero saudável e correcto permanecer como responsável pela JSD São Jorge estando ausente, longe da realidade, dos problemas da nossa Juventude e longe do ambiente político. Tomo a decisão que penso ser a mais aconselhável para ambas as partes.

Durante o tempo em que estive à frente dos destinos da JSD São Jorge não fizemos tudo o que desejávamos, confesso-o, haveria muito mais a fazer como sempre há. Fizemos, sim, aquilo que tivemos capacidade para fazer. Desde o combate à desertificação como primeira prioridade, à campanha de Solidariedade no Natal, ao Baile de Finalistas para homenagear todos os estudantes, à fundação da JSD Triângulo, aos comunicados do início do novo ano lectivo, sobre as Associações Juvenis e Dia Mundial da Juventude, penso que tivemos sempre posição e atenção para com os variados assuntos que faziam actualidade. Mais, a nível partidário sempre tivemos com a JSD Açores o melhor dos relacionamentos, porque acreditámos, em todos os momentos, nas pessoas que estão à frente da maior organização de Juventude partidária da Região.

Há lugar agora a novas eleições. Participadas, espero. Dia 12, espero contar com a opinião dos militantes que constituem a JSD. Espero que seja feito um balanço deste curto mandato que permitiu, acredito, relançar a JSD na Sociedade. Um muito obrigado a vós que existem, e à equipa que até aqui me acompanhou.

quarta-feira, setembro 05, 2007

Mensagem para Setembro



"Conhecer alguém aqui e ali que pensa e sente como nós e que embora distante, está perto em espírito, eis o que faz da terra um jardim habitado."(Goethe)

domingo, setembro 02, 2007

Humor...

:)

domingo, agosto 12, 2007

Turismo

Não importa de quem é a responsabilidade, se das autarquias se do governo, se de ambos ou se simplesmente de todos com a sua gente, mas é justo reconhecer e louvar o que se fez nos últimos anos na ilha do Pico. Depois dos dois horrores (agora remediados) que são os hotéis da ilha, parecia que o destino condenara a Ilha Montanha à eterna condição de “quintal” rasca do Faial ou, quanto muito, a “postal” da Horta, como sempre. Felizmente, tudo indica que o Pico parece ter encontrado o caminho certo que o diferencia e autonomiza da “tutela” dos vizinhos. Saibam os responsáveis continuar a manter: as estradas tão boas como estão, a opção por um urbanismo bem enraizado nas linhas e materiais tradicionais, conservar a paisagem natural e a humanizada e incentivar o aparecimento de mais unidades de alojamento em espaço rural como as que já existem…se assim acontecer não tenho dúvida que o “coração” do turismo dos Açores, o do bom gosto e da qualidade, assenta definitivamente arraiais por aquelas bandas. No Pico, conheci este ano o melhor sítio dos Açores para receber visitantes, o “Pocinho Bay”, fora o “Bay”, é do melhor que se fez em matéria de oferta de alojamento nos Açores. É uma referência, inimitável obviamente, mas da qual se deveriam retirar muitas conclusões. Um caso de estudo! O Pico, que está a nascer, tem ainda uma fundamental vantagem, é que pode aprender, cá mesmo nos Açores, o que é o caminho errado, o que não interessa, com o desastroso caso de S.Miguel…salvo raríssimas excepções, que as há!
ESTÊVÃO GAGO DA CÂMARA
12 de Agosto 2007| Açoriano Oriental

Fosse este o exemplo seguido pelas ilhas do Triângulo e por todas as outras. Cada vez acredito mais que o sector do Turismo, pode no futuro se criadas as condições propícias para isso, assumir um protagonismo na economia comparável ao negócio agrícola, principal actividade económica dos Açores. Contudo, o que na verdade temos, de facto, é uma licenciada em Psicologia à frente da Direcção Regional do Turismo, o que convenhamos, por mais conhecimento que se tenha, não ideal a nível técnico especializado que esta área exige e que os Açores merecem.

terça-feira, agosto 07, 2007

Moita Flores

Carta Aberta de Moita Flores


Exmº Senhor Presidente
Da Comissão de Ética
Da Assembleia da República
Deputado José Correia


Santarém, 16 de Abril de 2007

N/Ref.

Desculpe-me antecipadamente V.Ex.ª vir incomodá-lo como um problema aparentemente sem importância, uma espécie de barba mal feita, e que sendo um problema formal me dirija a V.Exª com tão pouca formalidade.
Imagine um sapato de verniz com uma pequena esfoliação no calcanhar. É esse o problema que venho expôr. O sapato sou eu, e presidente da câmara de Santarém é sapato gasto, endividado e sem grande margem de manobra para lhes reforçar os contrafortes ou deitar-lhes meias solas. O verniz uma deputada vossa, agora ilustre secretária de Estado e que responde pela graça de D.Idália Moniz.
Aliás, deve dizer em nome da arte de fazer política, que a senhora D.Idália foi excelsa vereadora desta autarquia e contribuiu alegremente para a ruína do meu sapato. Vereadora da cultura, diga-se, cargo que ocupou com grande zelo e discrição até ao dia que um chamamento divino lhe revelou a sua vocação para a Reabilitação e foi reabilitar para o governo.
Até aqui nada a apontar. Sei que são poucos os chamados mas raros os escolhidos. D. Idália respondeu ao chamamento e aceitou o apelo divino e eis que aí está para nosso grande conforto a secretariar o Estado com grande determinação e loquacidade.
Feita a apresentação, devo agora pedir o esclarecimento que, por não saber mais a quem me dirigir, submeto a V.Exª.
A nossa respeitável Secretária de Estado vive no concelho de Santarém e bastas vezes intervém aqui de forma pública. Até é deputada municipal, coisa que diga-se de passagem pouco frequenta. Confesso que me dá algum prazer vê-la por cá pois que até gosto da senhora e pessoalmente acho-a gentil e afectuosa.
Mas é raro encontrar a pessoa de quem gosto. Apresenta-se invariavelmente a Secretária de Estado, austero, divina. Bom, eu disse divina e com alguma base de convicção. É que a senhora passa por cima, julgo eu, das leis da República, e impõe de forma categórica a sua presença qual Diana enviada para caçar em nome de Zeus.
Chegados aqui, chegamos ao sapato e ao verniz. A Lei nº 40/2006 de 25 de Agosto, sobre o Protocolo do Estado, garante no seu artº 31 que no seu concelho, o presidente da câmara tem estatuto de ministro para as cerimónias públicas que aqui ocorrem. Mas a senhora no seu furor de secretariar o Estado, sobretudo em juntas de freguesia da sua cor política, teima que não (até já levei um raspanete por ter ousado dizer que era de outra forma), e que não, e porta-se como rainha a quem todos têm de prestar alvíssaras.
Pessoalmente não sou pessoa para me incomodar esta leitura napoleónica do poder. Quer presidir? Presida. Quer aspergir-nos a todos com a sua sabedoria reabilitada? Baixo a minha humilde careca perante o brilho solar que irradia da sua figura.
Mas também percebi que estas entradas de leão com saídas de deusa trazem água no bico. No meu entendimento violam a lei. Uma lei da República publicada durante o augusto governo a que pertence a augusta personagem. E das duas, uma. Ou a senhora Secretária de Estado não conhece a lei e é coisa grave. Ou conhecendo-a, não lhe liga puto, o que não é menos grave. A verdade é que tudo isto, sob a aparência de servir o Estado tem outras consignações. Reorganizar o seu partido desfeito com a última derrota eleitoral, amesquinhar o presidente da Câmara de Santarém, usar um bom sapato de verniz à custa dos sapatos remendões do desgraçado autarca crivado com as dívidas que a augusta personagem ajudou a construir.
Já percebeu V.Exª que esta carta não serve para repor honras espezinhadas porque a pessoa do presidente da Câmara, cuja vida é ser escritor, até se diverte e vai registando para memória futura estas atitudes que Eça de Queirós gostaria de ter conhecido. Mas o presidente da Câmara de Santarém não acha graça a que se violem leis da República, até porque é um dos seus garantes, e também não consegue aplaudir, como a pessoa do presidente aplaude, estas manifestações corriqueiras, narcísicas e petulantes de exercer o poder. Secretariar o Estado, na minha modesta opinião, não passa por este folclore de vaidades onde se esgotam personagens para melhores palcos.
Em Dezembro escrevi à senhora Secretária de Estado explicando-lha a lei que a sua maioria aprovou. Não ligou e acho que fez bem. Como pode senhora tão sobrecarregada com a arte de reabilitar preocupar-se com o afã de um presidente de câmara zeloso por fazer cumprir uma lei da República? Voltou à carga. E assim, aqui estou a pedir esclarecimentos a V.Exª.
1. O Artº 31º da Lei 40/2008 está revogado?
2. O Artº 31º não se aplica a Secretários de Estado que vivem no concelho?
3. O artº 31º é só para fazer de conta?
Esta pergunta é apenas para confirmar porque, quando aqui esteve Sua Excelência o Senhor Presidente da República, percebi que o Protocolo de Estado se cumpre.
4. Existe alguma legislação especial para o caso da Secretária de Estado da Reabilitação?
5. Estou enganado na interpretação da lei?
Ajude-me V.Exª. Sei que tenho os sapatos sujos e rotos, sem dinheiro para os mandar consertar e é sempre com alegria que vejo os sapatos de verniz da nossa augusta governante. Mas não sei se devo aceitar que me espezinhe. Se for em nome da República e como ajuda a resolver o défice, eu próprio me oferecerei para servir de passadeira, deixando que os brilhantes saltos se cravem nas minhas costas. Se é um mero exercício de vaidade pessoal, pesporrência política e orgulho narcísico, tenho mais que fazer do que aturar esta procissão de vaidades.
Ajude-me a esclarecer esta dúvida existencial. Se para mim a República é um bem absoluto, também é verdade que reconheço que perante esta enviada dos deuses haja bens terrenos que têm se ser sacrificados e disponho-me já a ser mártir da República para servir o verniz da senhora Secretária de Estado.

Creia-me com consideração


(Francisco Moita Flores)

PS: Como este conflito de vãs vaidades é suculento e é revelador de uma moral política extraordinária, informo V.Exª que darei voz pública à carta que vos envio, assim como à carta que em Dezembro enviei à senhora Secretária de Estado.

quinta-feira, agosto 02, 2007

Mensagem para Agosto




Estranho não equivale a inimigo, mas a amigo que ainda não conhecemos.

(Gleen)

quarta-feira, agosto 01, 2007

Interessante II



Soraia Chaves, fotografada para a ÚNICA (Suplemento do semanário Expresso), de forma naturalista, "sincera", transmitindo "uma expressão mais interior do que artificial." Diz-nos o fotógrafo de serviço Luiz Carvalho, Coordenador-geral de fotografia do EXPRESSO

terça-feira, julho 31, 2007

Pergunta

Hoje é o dia Mundial do....

Alguém sabe?

Interessante

segunda-feira, julho 30, 2007

segunda-feira, julho 23, 2007

Tarifas aéreas a 80 euros também para residentes

O deputado do CDS/PP à Assembleia Legislativa, Artur Lima, remeteu ontem um requerimento ao Governo Regional onde defende que a tarifa promocional de 80 euros para viagens inter-ilhas da SATA-Air Açores seja aplicada também aos residentes.

Artur Lima, considera “discriminatório” para os açorianos residentes o recente anúncio de que a SATA está “a praticar uma tarifa especial para os militares americanos da Base das Lajes, seus amigos e familiares, viajarem inter-ilhas”.
O parlamentar do CDS-PP defende que os residentes devem ter acesso à mesma tarifa “por que são quem, com os seus impostos, financia a empresa regional de transportes aéreos”.
No requerimento dirigido ao executivo açoriano, Artur Lima recorda que “os açorianos residentes pagam, em muitos casos, quase o dobro deste valor para se deslocar de uma ilha para outra”.
Nesse âmbito, Artur Lima apresenta dois exemplos: “um açoriano que queira viajar da Terceira para as Flores paga 176 euros e/ou para Santa Maria 192 euros, ou seja, paga mais 100 por cento que um militar norte-americano, seus amigos e familiares. É inconcebível quando somos todos nós, com os nossos impostos, a suportar a SATA”.
Por outro lado, o deputado do CDS/PP pretende que o Governo Regional explique por que razão o secretário regional da Economia, que tem a tutela da SATA, desconhece a existência do protocolo entre a transportadora aéreas regional e aos militares norte-americanos e por que os agentes de viagens não podem vender essa tarifa.

Diário Insular

Não percebo muito sinceramente, como é que é possível que os preços da SATA sejam tão elevados. Quem quiser passar um fim-de-semana a outra ilha, Santa Maria, São Miguel, Graciosa paga um balúrdio. E são viagens inter-ilhas...

Falando em mobilidade, uma boa estratégia foi sem dúvida o Cartão Inter-jovem. Aplaudo o projecto.
Arrojado seria se o cartão desse descontos nas viagens aéreas... Não a 1€ claro, mas mais barato que o que pagamos.

sábado, julho 14, 2007

Para os fãs...

Salve Harry Potter

Eu já subscrevi :)

sábado, julho 07, 2007

Para rir... ou chorar...

Bill Gates e a General Motors

Numa recente feira de informática - a Comdex - Bill Gates fez umas declarações infelizes, nas quais comparou a indústria informática com a automobilística, dizendo que:

- Se a GM (General Motors) tivesse evoluído tecnologicamente tanto como o fez a indústria informática , estaríamos hoje a guiar carros que custariam 25 dólares e que fariam 1000 milhas com 1 galão (cerca de 420 km com perto de 1,5 litros).

A General Motors, em resposta, veio a público manifestar o seguinte:

- Se a Microsoft fabricasse carros:

01 - Sempre que voltassem a ser pintadas as linhas nas estradas, tinhamos que comprar um carro novo.

02 - Se por acaso, indo a 100 km/h, o nosso carro se fosse abaixo na auto-estrada sem razão aparente, tínhamos apenas que o aceitar, mesmo sem compreender porquê! Depois, tínhamos que voltar a ligá-lo (depois de desligar o carro, tirar a chave da ignição, fechar o vidro, sair do carro, fechar e trancar a porta, voltar a abri-la, entrar outra vez e sentar-se no banco, abrir o vidro, pôr a chave na ignição e ligar o motor novamente). Depois, já podíamos continuar...

03 - Inesperadamente, ao fazermos uma manobra à esquerda podíamos fazer com que o nosso carro parasse. Tínhamos então que voltar a instalar o motor! E, por muito estranho que pareça, íamos aceitá-lo como "normal".

04 - A Linux faria um carro em parceria com a Apple, extremamente fiável, sendo cinco vezes mais rápido e dez vezes mais fácil de guiar. Mas só podia andar em 5% das estradas.

05 - Os indicadores luminosos de falta de óleo, gasolina e bateria seriam substituídos por uma simples "Falha Geral ou Defeito Genérico" (deixando à > nossa imaginação a identificação do erro!).

06 - Os novos assentos iam obrigar a que todos tivéssemos o mesmo tamanho de rabiosque.

07 - Num desastre, o sistema de "air bag" perguntava: "Tem a certeza que quer usar o air bag?"

08 - A meio de uma pronunciada descida, quando ligássemos ao mesmo tempo, o ar condicionado, o rádio, e as luzes, quando carregássemos no travão aparecia uma mensagem, de género: "Este carro fez uma operação ilegal e vai ser desligado !" (SEM APELO!!!)

09 - Se desligássemos o nosso carro usando a chave e sem antes termos desligado o rádio ou o pisca-pisca, ao voltarmos a ligá-lo, ele ia verificar todas as funções do carro durante meia hora, e ainda nos dava uma bronca, e dizia-nos para não fazermos isso nunca mais. (ÓPTIMO!)

10 - A cada novo lançamento de automóvel que houvesse, tinhamos que voltar à auto-escola para tirarmos uma nova carta.

11 - Para desligarmos o carro, tínhamos que apertar o botão que dissesse "Iniciar".

12 - A única vantagem: Os nossos netos haviam de saber guiar muito melhor do que nós!

quarta-feira, julho 04, 2007

Cooperativas...

Na apresentação das conclusões da reunião da Comissão Directiva que, pela primeira vez, se encontrou em São Jorge, Renato Moura afirmou que ”o CDS-PP Açores vê com preocupação a unificação das Cooperativas da ilha de São Jorge”, porque “o processo que se verifica por iniciativa do Governo Regional terá, em nosso entender, consequências graves, desde um aumento do desemprego na ilha, à perda das principais características do queijo típico da ilha e à perda de regionalismo”.

Estimando que cerca de meia centena de pessoas possam cair no desemprego com a unificação das Cooperativas em três fábricas (Topo, Lourais e Beira), o popular açoriano deixou, ainda, no ar a dúvida de que “o Governo possa ter pressionado os dirigentes das Cooperativas a avançarem para esta união em troca de novas fábricas e do pagamento de algumas dívidas”.

Concretamente, Renato Moura afirmou que “actualmente cada unidade de produção das cooperativas tem três queijeiros em permanência, mas quando existirem apenas três fábricas serão precisos, possivelmente, apenas cinco por unidade”. Isto para não falar em outros postos de trabalho.
Rádio Lumena 19 de Junho de 2007

Pois, não é só o PSD que vê como perigoso o encerramento das cinco fábricas. Em que situação ficarão as famílias que dependem da agrícola para sobreviverem? Não será um risco tremendo para a economia das freguesias e para a sua situação social?
É necessário a modernização das Cooperativas (a exemplo da premiada internacionalmente dos Lourais) mas daí a mudarem todo o tecido que tem grandes implicações na vida de centenas de pessoas? Que Estado é este que compromete a frágil e sensível economia como a da Ilha de São Jorge?

terça-feira, julho 03, 2007

I will follow him



Música tocada pela Sociedade Estímulo...
Só faltam os cantores.

segunda-feira, julho 02, 2007

Equipamento alternativo do Benfica 2006/2007

Fashion, não?
Que dizes Rakel?

domingo, julho 01, 2007

Mensagem para Julho


"Férias são férias, aqui ou no Japão..Vamos todos passar férias seja Inverno ou seja Verão!"

quarta-feira, junho 27, 2007

Hilariante...



O que faz o Hi5...

domingo, junho 24, 2007

Publicidade...

Publicidade ao Cartão Inter-Jovem.... É o cartaz azul, do meio...

Roubado legitimamente de www.paralelo37.blogspot.com

sábado, junho 23, 2007

Baile/Rave de Finalistas dia 23 na Casa do Povo da Beira. Org. JSD

Estão todos convidados... :)
Quando puder, coloco o cartaz do Festival (como muitos dizem) PS... perdão, Transatlantic Rock.

segunda-feira, junho 18, 2007

Exames...


Pois é... vida de estudante de 12º...

quinta-feira, junho 14, 2007

Sarkozy embriagado?




Já vi bêbados, mesmo na Calheta, em melhor estado que o recém eleito presidente francês Nicolas Sarkozy...

terça-feira, junho 12, 2007

O filme...



A história de um tempo que passou...

sábado, junho 09, 2007

TAP não dá assistência em caso de mau tempo


O que vimos nestes últimos dias, voos e mais voos a serem cancelados e adiados pelas más condições metereológicas, ao menos, permitiu que se tornasse público uma situação muito incómoda para os centenas de passageiros que ficaram em terra: A TAP não assegura alojamento, alimentação e transporte quando o mau tempo obriga a que os passageiros fiquem retidos.
"A Tap não presta assistência aos passageiros em caso de cancelamento ou atraso de voos devido ao mau tempo, ao contrário do que é prática corrente da Sata. Recorde-se que as duas companhias aéreas asseguram as ligações entre os Açores e o continente, em regime de code-share (voos partilhados).
Os passageiros que viajavam terça-feira no voo da Tap entre Lisboa e o Pico, via Lajes, foram obrigados a ficar em terra na Terceira, devido às condições meteorológicas, sem que lhes tenha sido prestada qualquer assistência ao nível de alojamento ou alimentação, tendo-lhes sido apenas assegurado lugar noutro voo..."

Diário Insular, 9 de Junho de 2007

Se muitas vezes criticamos o comportamento da nossa companhia aérea regional, neste caso, felizmente, podemos dizer que esta está a cumprir a lei, e bem!

O comportamento da TAP é que revela uma falta de descaramento absoluto. A SATA presta assistência em caso de mau tempo - o que se deve ter um importante custo nas contas, e por isso, não o faz porque quer (ou boa vontade), mas porque o tem de fazer, então como é que é possível que a TAP continue a fazer uma interpretação da lei tão diferente do que faz a parceira do "code share"? Aliás... dizer que a TAP faz uma interpretação diferente da lei é ser muito benevolente...

segunda-feira, junho 04, 2007

Conclusões do Congresso da Federação de Associações de Juventude dos Açores


Conclusões do Congresso da FAJA

A Juventude Social Democrata de São Jorge, em representação da JSD/Açores e do membro da Comissão Regional responsável pelo Associativismo, esteve presente no VI Congresso da Federação de Associações de Juventude dos Açores que decorreu na Ilha de São Jorge nos dias 31 de Maio a 2 de Junho, no auditório Municipal de Velas.

Das várias questões abordadas, foram reincidentes os relatos sobre a falta de condições de ordem técnica e logística (sedes e infra-estruturas) que as Associações enfrentam, apontando assim o dedo às entidades locais e à falta de colaboração do Governo Regional.

Em cima da mesa esteve também à discussão a falta de apoios financeiros e a falta de divulgação dos programas de apoio, situações estas que dizem respeito ao poder estatal, nomeadamente, à Direcção Regional da Juventude que, nesta matéria, tem prestado um mau contributo ao desenvolvimento das actividades e iniciativas voluntárias como é o regime das Associações.

Por último, uma questão que nos preocupa está relacionada com os 24 dias a que os dirigentes Associativos têm direito a dispensa no emprego (sendo o Governo a assegurar as condições salariais nesses períodos de ausência), caso a Associação tenha o estatuto de Entidade pública, e que muitas vezes não são respeitados pelas entidades patronais que, apesar de tudo, são quem têm a última palavra sobre estas situações.

Saudamos a excelente participação de todas as Associações e entidades em representação da Juventude, não querendo, a JSD, deixar de estar presente para também recolher os depoimentos de todos aqueles que têm dado um pouco de si à sociedade e à juventude, luta essa pela qual nos associamos da mesma forma.



Enviado à Comunicação Social, Militantes e entidades de S.Jorge presentes no Congresso.

domingo, junho 03, 2007

Mensagem para Junho


"Não sabendo que era impossivel, ele foi lá e fez!"

sexta-feira, junho 01, 2007

Dia Mundial da Criança




Como diria Fernando Pessoa:
"O melhor que existe no Mundo são as crianças."


Para todas elas um beijinho muito especial!

Raquel

segunda-feira, maio 28, 2007

Dia dos Açores


Hoje é dia de comemorar o pedaço de paraíso que existe na Terra... Viva aos nossos AÇORES!!!

sexta-feira, maio 25, 2007

domingo, maio 20, 2007

Coincidências...

sexta-feira, maio 18, 2007

Barcelona...



domingo, maio 13, 2007

Votação

Acrescentei uma nova funcionalidade ao blog: uma votação. Quem quiser participar só tem de olhar para o seu lado direito e clicar numa ou noutra opção de resposta.
Estou aberto a outras sugestões também.
Cumprimentos

De dona de casa a estrela da net!



Com todo o respeito pela senhora... tá de morrer a rir!!!

quarta-feira, maio 09, 2007

Para aqueles que acham que só existem tachos nas autarquias...

"... Autorizar a adjudicação, por ajuste directo, do contrato de avença com a Licenciada Raquel Joana Lopes dos Santos Rodrigues , tendo em vista a prestação de serviços à Direcção Regional das Comunidades, no Gabinete do Intercâmbio Cultural Comunitário (GICC), em Angra do Heroísmo, no âmbito do Projecto de Revista, programação e planificação de eventos culturais, o tratamento de newsletters e comunicações e divulgação das actividades culturais, artísticas, sociais, económicas, políticas e cívicas de todas as comunidades, no âmbito das competências da DRC, pelo valor total estimado de € 7.842, 00 (sete mil oitocentos e quarenta e dois euros - bem grande para que todos vejam) a que acresce IVA à taxa legal, pelo prazo de seis meses, tacitamente renovável por iguais períodos, com início a 1 de Abril de 2007;"...

Raquel Joana Lopes dos Santos Rodrigues, não é nada mais nada menos que a filha da Directora Regional da Educação... Mais um tacho portanto, mais um pago com o dinheiro dos Açorianos...
E onde saíu esta notícia na Comunicação Social?! Rádios... TV...Jornais... NADA!
Complacente como sempre, promíscua como conhecemos, os media corrompem-se inacreditavelmente com o poder político...
Alguém com bom senso é capaz de justificar esta nomeação?

Para quem não conhece....



Realizador/produtor: Rui Silva

sábado, maio 05, 2007

Governo Regional em São Jorge

A visita do Governo Regional à ilha de São Jorge trouxe consigo, um conjunto de promessas que são importantes para os dois concelhos e para a economia das freguesias mas também traz consigo como que uma segunda intenção, que me parece, com estes investimentos, lançamentos de 1ªs pedras, trocas de elogios, grande feedback de São Jorge na ComunicaçãoSocial, cada vez mais evidente: Carlos César quer ganhar, pela primeira vez, a Ilha de São Jorge.
São Jorge é, em todas as eleições, uma ilha crónica para as hostes socialistas. O PSD nunca perdeu a maioria dos votos que detêm comparativamente com o Partido Socialista.
Esta "carta de boas intenções" que o Governo nos veio trazer, parece-me, portanto, ser a derradeira tentativa de César tentar conquistar a população Jorgense. Isto acontece por motivos óbvios: César faz em 2008 o seu último mandato (é quase certo que se recandidata) e pretende ganhar onde nunca o conseguiu para mostrar a Sócrates que os Açores estão todos com ele (é provável que vença), ao contrário do Arquipélago da Madeira.
Se não, Veja-se:
  • Construção de 2 novas fábricas (Finisterra e Beira) com a dos Lourais quase concluída;
  • Há a possibilidade de, após o estudo feito pela ANA (só concluído em 2008), ser feita a ampliação da pista do aeródromo de S.Jorge (primeiro faz-se a aerogare e depois a ampliação da pista?! Há com cada uma….)
  • Este ano, provável início da construção da Escola Básica e Secundária (passará a Primária também) das Velas e em 2008 a da Calheta;
  • Investimento na ordem dos 600 mil euros na reabilitação da estrada regional n.º 2-2.ª, acesso à vila do Topo, incluindo o Caminho Velho, numa extensão de 2,4 quilómetros ;
  • Repavimentação do Porto de Recreio da Calheta e construção de uma Gare Marítima de passageiros;
  • Abertura de um concurso público referente à obra de Protecção Costeira da Falésia adjacente ao Porto do Topo, num montante estimado de 600 mil euros.
  • Criação de dois novos postos, em 2008, RIAC (Rede Integrada de Apoio ao Cidadão) no Norte Grande e Topo a acrescentar ao recém-inaugurado na Calheta (confesso que ainda não percebi a utilidade de um centro desses, na sede de concelho onde já existem serviços admnistrativos que desempenham as mesmas competências; justifica-se, sim, em zonas em que estes não estejam facilmente acessíveis, pelo que a abertura de postos no Topo e Norte Grande é sim uma medida positiva
  • Reforço nas instalações da Associação Agrícola etc…

Se isto não é uma tentativa deliberada de satisfazer os Jorgenses então não percebo bem o que seja. Aplaudo, obviamente, os investimentos feitos em São Jorge e penso que estas decisões pecam por tardia. Mas trata-se da missão do Governo, pelo que é preciso considerar estes investimentos como reivindicações nossas, não como ofertas nem presentes envenenados! Devemos lutar por aquilo a que temos direito, não andar a pedir para que tenhamos direito à igualdade de oportunidades e por uns tostões (que é o comparado a investimentos em outras ilhas).

Estou vendo é que para o ano, vai ser um ano rico em inaugurações, e mais lançamentos de primeiras pedras...

quinta-feira, maio 03, 2007

Eleições na Câmara Municipal de Lisboa


Passados dois anos cheios de ínumeros casos polémicos, em que reinava a ingovernabilidade e instabilidade, parece que é agora que cai a Câmara de Lisboa. Em minha opinião, e bem.

O PSD nesta matéria penso ter tomado a posição correcta. Quando há um governante, um autarca em suspeita de ter praticado um crime -grave- relacionado com as suas funções, não tem outra solução senão suspender funções até a investigação criminal estar terminada ou então demitir-se.

Nesta política Marques Mendes tem sido exemplar. Não apoiou, em 2005, as candidaturas de militantes do PSD com processos em tribunal. Perdeu as eleições em Gondomar e Oeiras mas ganhou respeito e credibilidade junto do país dignificando, assim, a classe política. Tomara que os outros Partidos adoptassem a mesma postura, isto é dizer da situação da única Presidência de Câmara que o Bloco de Esquerda tem em Salvaterra de Magos. Um partido tão moralista e demadógico, afinal... também tem rabos de palha!

Mas o assunto é a CMLisboa e peca por tardia esta decisão. O amontoar dos casos na EPUL, a ruptura com a coligação CDS/PP, a controversa permuta de terrenos com a BRAGAPARQUES, o facto do seu vice, Fontão de Carvalho, ter sido consaiderado arguido (já o era há 2 meses, mas nunca tinha revelado) e a sua vereadora (muito próxima do Presidente, segundo se diz) ter sido também acusada, diminuiu o capital político de Carmona Rodrigues. A situação financeira de Lisboa, também, em nada abona a seu favor, mas isto já é fruto de mandatos anteriores (onde o PS também está metido - mandato de João Soares).

Candidatos pelo PSD: Gostaria muito de ver Manuela Ferreira Leite, mas não acredito que tal irá acontecer. Por outro lado, não veria com maus olhos a candidatura de Paula Teixeira da Cruz, líder da Assembleia Municipal de Lisboa, Pres. da Distrital do PSD de Lisboa e Vice-Presidente de Marques Mendes. Fernando Seara é que não!

Do PS, muito sinceramente, tudo menos João Soares. Parte da ruinosa situação financeira da Câmara é da sua responsabilidade. E nestes próximos 2 anos (porque volta a haver eleições em 2009) é necessário um plano de emergência, para salvar a Câmara do colapso.

domingo, abril 29, 2007

"A Ministra dos apupos"

Numa tarefa que faço todos os dias, verificar o e-mail, por vezes encontro algumas pérolas dignas de registo... Hoje foi um desses dias.
O e-mail que recebi passo-o aqui na íntegra:

"Isto Só Visto - Ministra de Educação

Caros amigos e colegas...

O motivo que me leva a enviar este email tem a ver com o facto de no

passado fim de semana um colega meu, professor, ter abdicado do seu

fim de semana familiar com uma criança e a mulher, para poder acompanhar um

grupo de alunos que iriam participar no Corta Mato, inserido no

Desporto Escolar

em Sta Maria da Feira, onde a nossa cara e digníssima

Sr.ª Dr.ª Ministra de Educação esteve presente com a sua comitiva.

Quando esta senhora... se é que podemos designar de tal (desculpem o

meu desabafo) se dignou a proferir algumas palavras foi vaiada com um

valente "hhhhhuuuu", por parte do público ali presente, constituído na

sua grande maioria por alunos do ensino básico... Perante tal

comportamento, a senhora teve a reacção mais admirável, pedagógica e

sensata que algum adulto, pedagogo e acima de tudo uma pessoa bem

formado e responsável poderia fazer: simplesmente desafiou-os dizendo

que saberia fazer mais barulho que eles e pegando no seu enorme

instrumento de trabalho (microfone) desatou aos berros, gritando uns

valentes "hhhuuusss", referindo-se às crianças deste país que

conseguiria gritar mais que elas... ISTO é a nossa EDUCAÇÃO!

Gostaria que levassem este email em consideração e sem querer qualquer

protagonismo... analisem o que vos conto e divulguem este email a quem

de direito entendam que o deva assistir. A nossa política educativa

não poderia estar em melhor mãos.... NÃO ACHAM?

Façamos algo de concreto... reflictam sobre o que se passa, comentem

este vídeo, tal como a política educativa com os vossos amigos, amigos

dos amigos, pessoas que estejam em posição de analisar o que sucede no nosso ensino.

O meu obrigado pelo que venham a fazer!"



Eu que até tinha uma boa impressão da ministra…. Desceu na minha consideração.

Para descontrair num Domingo Primaveril...

quarta-feira, abril 25, 2007

LIBERDADE

25 de Abril de 1974...



Faz hoje 33 anos que o regime político que vigorava em Portugal foi derrubado, num só dia, pelo levantamento militar do dia 25 de Abril de 1974. A revuloção dos Cravos, devolveu ao povo Português a sua LIBERDADE!



Somos um país livre e merecemos bem a nossa liberdade!!!

sábado, abril 14, 2007

Promessas, promessas...

"Obras estruturantes como o Porto de Recreio das Velas, o Porto da
Calheta, a remodelação da aerogare e ampliação da pista do Aeródromo, ou
a Escola do topo, são infra-estruturas cruciais neste processo. O parque de
campismo e o centro de interpretação ambiental da Caldeira de Santo
Cristo, aliados a outros projectos em execução (como a Pousada da
Juventude), são exemplos do esforço do Governo Regional para que São
Jorge continue integrado no comboio que circula na linha do
desenvolvimento sustentável."

Excerto de uma intervenção do Deputado Rogério Veiros na Assembleia Legislativa Regional no dia 15 Fevereiro de -2007

Quando arrancam estas obras? Ou mais importante, quando estarão concluídas?
Da retórica à prática vai uma longa distância, e o que se tem visto neste Governo é que existem promessas e mais promessas, mas concretizá-las... enfim, "logo se vê"!
Não tenho dúvidas que essas obras darão um outro impulso ao desenvolvimento de São Jorge. Não é isso que questiono. Questiono sim é o não cumprimento da palavra por parte dos Governantes. E ficam associados a eles, os deputados que os apoiam.
Mas como o blog tem arquivo desafio qualquer um a, daqui a um ano e pouco, altura de eleições Legislativas, voltar a visitá-lo e observar se no Programa Eleitoral do PS, constam, ou não, estas promessas que só servem para iludir a população. A ver vamos.

Aliás, mais do que a política de betão, interessam políticas que apoiem o "Desenvolvimento Sustentável" da Ilha de São Jorge. O que temos para os jovens em matérias de Emprego? Agricultura? a principal fonte de receitas da população Jorgense... Habitação? Natalidade? Transportes? Só uma Ilha com bons acessos e vias de comunicação consegue atingir os níveis de desenvolvimento desejado. Ora quando o transporte marítimo está deficitário das relações promíscuas entre Transmaçor e Governo, quando a SATA, tutelada pelo Governo Regional, pratica preços elevadíssimos entre e para fora dos Açores, quando as vias terrestes, nomeadamente, camínhos agrícolas são uma lástima, como é que é possível a nossa Ilha, a nossa terra, crescer economicamente e, mais que tudo, sobreviver à desertificação, combate esse que o Governo tem ignorado?

segunda-feira, abril 09, 2007

Lloret

Dois anos cheios de expectativas, de sonharmos com a tão afamada Viagem dos Finalistas que fazia tradição na Escola

Dois anos depois de nos organizarmos, de juntarmos 23 alunos (dos quais restaram 14) dispostos a trabalhar, a suar, a fazer de tudo para angariarmos os fundos necessários ao financiamento da viagem

Dois anos de muita discussão, confusão, de nos termos chateado e muito uns com os outros

Dois anos em que deixámos os pais apreensivos pelas Raves no Topo em que só chegávamos às 7 da manhã; pelo transporte que eles nos tinham de garantir; pelos jantares feitos pelas mães;

Dois anos após tudo isto, que não foi pouco, conseguimos FINALMENTE ir a Lloret, o nosso primeiro destino de eleição.

De início pensávamos que era muito difícil de concretizar. Seria necessário juntar um valor recorde para podermos passar a Viagem de Finalistas no Sul de Espanha. Mas, à medida que o tempo foi passando, com as Raves, rifas, Desfiles de Roupa, Jantares no Calhetense, Os Reis, e os apoios dados por particulares e empresas, compreendemos que estávamos tão próximos de cumprir os nossos objectivos.

Lloret só pecou pelo tempo. Chuva, vento, frio, péssimo para dias de praia por que aguardávamos. O ambiente, era, naturalmente, de malta nova que ia para se divertir (à grande :) Não vi, nem julgo que os meus colegas viram metade do que se lia nos jornais e se via na TV. Lá que tudo aquilo estava inundado de Portugueses estava. Mas mais do que isso, vimos alguns exageros mas não mais do que isso.

Foi uma viagem memorável! Valeu pelo trabalho que tivemos nestes dois anos. Quer pelo espírito de grupo, quer pelo que passámos, naquela zona em que os Portugueses gritavam todas as noites… “E esta m*** é toda nossa, olé, olé….!”

(O grupo da Calheta)

Enge...ups.. Sr. José Sócrates

Pois bem, o tempo em que estive ausente foi uma altura crítica para o Primeiro-Ministro. Quer pela forma polémica como o Governo geriu o dossier OTA como, mais recentemente, saíram a público, algumas dúvidas sobre a licenciatura em Engenharia Civil de José Sócrates.

Relativamente ao primeiro assunto, confesso que não tenho qualquer preparação técnica para o discutir. Pelo que, por isso, deixo a quem compete essa discussão técnica. A discussão política, em que Mário Lino parece fazer crer de uma opção pessoal, é sim, muito duvidosa.

José Sócrates pretendia fazer da OTA e TGV dois marcos do seu mandato e queria, além disso, impulsionar o espírito do povo português e com isso, a economia e confiança dos agentes económicos. Parece, contudo, que tudo lhe está a sair furado. A cada dia que passa, múltiplicam-se as dúvidas em torno do novo aeroporto da OTA. Até o Bastonário da Ordem dos Engenheiros já veio dizer que essa é uma má solução.

Sobre a licenciatura do Primeiro Ministro, não ponho em causa o facto de ter de ser licenciado ou engenheiro para o desempenho de um cargo político. Sempre afirmei que importa muito pouco se uma pessoa com canudo, gere melhor ou pior a coisa pública do que alguém que não seja Sr.Dr ou Sr. Eng. É um preconceito típico português, ridículo é certo!

O que está aqui em causa é a autoridade do PM daqui para a frente. Em tamanha confusão em que este caso mergulhou, ficará muito dificíl a Sócrates dissipar as dúvidas que envolvem o seu nome. Se temos um PM autoritário, podemos é ver um PM sem autoridade, que são coisas distintas. Uma coisa é sê-lo, outra coisa é fazer cumpri-lo.

E associado a este caso, os telefonemas do próprio e dos seus assessores para abafar todo este caso. Nada que os outros Governos não tenham feito, é certo. Mas este Governo que tem sido mestre na forma de comunicar, neste caso e no da OTA perdeu o controlo da situação. O controlo da Comunicação Social, pode dizer-se. E com isto, Sócrates, além de só tardiamente explicar o caso que o envolve, ainda perdeu a agenda política. Está ele agora a reboque do que acontecerá à Universidade Independente.

Já alguns comentadores diziam que com o défice a descer de forma impressionante, seria muito difícil impedir Sócrates de uma 2ª maioria absoluta. Só um escândalo o poderia impedir, segundo se dizia. Ora bem, não será nem mais nem menos o que está a acontecer? Estes 15 dias foram, seguramente, dos mais duros que o PM teve de suportar. E com a sua imagem, a imagem do Governo cai também.
Perdeu-se, definitivamente, o estado de graça deste (Eng?) José Sócrates iluminado.

terça-feira, março 20, 2007

Vereador socialista da Calheta pode perder mandato

A notícia de hoje do Diário Insular e do Açoriano Oriental a mim, sinceramente, não me diz nada de novo e nada que já não pensasse. Foi apenas uma confirmação mas que merece ser aqui referenciada.
Ora segundo o insuspeito jornal, o vereador socialista da Calheta Rogério Veiros,

corre o risco de perder o mandato por ter alegadamente excedido o limite de faltas injustificadas permitidas.

A notícia, aparentemente, e segundo declarações na Lumena, apanhou o Sr. Deputado desprevenido. Este foi notificado pelo Tribunal Admnistrativo com base numa denúncia feita pelo Presidente da Câmara Municipal da Calheta.
Adianta ainda que já recorreu, argumentando que as faltas consideradas injustificadas tratam-se de matérias com a devida argumentação e justificação de ausência. Com ou sem justificação, o que é facto é que tem estado ausente dos assuntos camarários. E isso, para um candidato que já perdeu por duas vezes as eleições para a Câmara e parece disposto a disputar a terceira vez, é preocupante. Além do mais ainda tem a lata de dizer que o PSD o quer fora do Município. Como se ele tivesse algum pelouro ou responsabilidades de outra ordem além daquelas, inerentes, com quem lhe entregou o voto: o dever de fiscalização.
Acontece é que foi ele o fiscalizado, e por isso não me surpreende que os "arautos da Verdade, da honestidade, da transparência e da ética" afinal viram o seu próprio responsável máximo não dar o devido exemplo. A argumentação de que a actividade de deputado não lhe permitir ir às reuniões não colhe. Senão, o vice-presidente da Câmara e deputado Regional também teria o mesmo problema. O que não aconteceu!
Coerência Sr. Deputado, coerência...

segunda-feira, março 19, 2007

Dia do Pai


Porque um Pai é um amigo, um irmão, um companheiro...



Pais, "Ensinem aos vossos filhos o caminho em que devem andar,e ainda quando forem velhos não se desviarão dele."

sábado, março 17, 2007

Parlamento Jovem

Terminou a sessão regional. Apuraram-se as melhores Escolas, as melhores medidas e decidiu-se quem venceu o concurso Euro-Escola. Conclusão: Desilusão. Não propriamente pela derrota, mas pela injustiça, pela má organização, por uma sessão em que de debate NUNCA teve!

Partíamos com uma proposta arrojada: "Digitalização da Escola". Percebíamos as possíveis dúvidas dos nossos colegas a nível de financiamento. Preparámo-nos para tudo! A essa questão rebatíamos com protocolos, parcerias entre empresas de ponta a nível tecnológico: Microsoft, PT Multimédia, apoios vindos da União Europeia etc. Mas nem isso nos perguntaram.

Em primeiro, eleições para a Mesa. Já tínhamos a experiência do ano passado e procurámos transmiti-la à nossa candidata: Sara Amorim. Teve uma excelente prestação. Ficou na mesa, era o que pretendíamos, apesar da presidente de mesa eleita deixar, nalguns pontos, algo a desejar.

Depois a sessão. Ouvimos cerca de 1hora o deputado Fagundes Duarte responder às perguntas dos "deputados".... Democracia, funcionamento Assembleia, questões relativas à Escola etc etc. Gastou-se tempo precioso.

Logo após, apresentações medidas, períodos de esclarecimento (onde cada Escola só tinha direito a fazer uma pergunta a uma só Escola entre todas. E tínhamos 1 min para fazê-la!!!)
Depois, formaram-se coligações forçadas: grupos A, B, C não equilibrados a nível de deputados. (e tínhamos 30 min para a conciliação das diversas medidas!) Protestámos. De nada resultou. As propostas, naturalmente, rejeitadas!

Escola da Calheta e de São Roque claramente com uma boa participação (em número e qualidade) nem ficaram apuradas para o top3. Escolas que pouco ou nada participaram ficaram à frente.

Euro-Escola: Aqui jogámos tudo. Tínhamos e acredito que sempre tivemos a melhor medida: uma plataforma tecnológica Europeia a conectar todas as Escolas. Nada díficil de colocar em prática e em linha com as indicações de uma Europa Unida na formação (basta ver o exemplo do Processo de Bolonha).

Depois de tudo o convívio. Foi pelo que valeu esta edição. Conhecemos pessoas diferentes, convivemos, estávamos a gozar a nossa juventude mesmo depois de termos sido adversários horas antes. Bom espírito! Bom ambiente!

Para o ano, certamente haverá mais. A bem do Parlamento Jovem, com mais debate com menos regras ridículas a estimular mais participação. Eu, espero, não concorrer. Nessa altura penso estar em Lisboa, na Clássica :)

Fica, uma foto como registo da nossa participação (desculpem a qualidade, é de máquina de telemóvel)

(reparem só na bancada onde estamos: a do Grupo Parlamentar do PSD. O Filipe e a Sara com alguma relutância. Mas lá se acabam por habituar - amanhã se não estiver vivo, falem com a Sara)